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Um projeto que transforma vidas em Foz do Iguaçu

Desenvolvido desde 2006 pelo Instituto Polo Iguassu, o projeto Trilha Jovem – Turismo e Inclusão Social prepara pessoas entre 16 e 24 anos para ingressar, permanecer e crescer no mercado de trabalho no setor de turismo. Em nove anos, capacitou mais de 800 trilheiros, dos quais 40% foram absorvidos pelas empresas locais. O projeto conta com a parceria de empresários, instituições, Itaipu Binacional e Fundo Iguaçu, que o financiam integralmente.

Estéfany Cristina Ferreira, de 20 anos, fez parte da sétima turma do Trilha Jovem, formada em julho. Ela mora com a mãe no São Sebastião, um bairro próximo à Itaipu Binacional, e relata como o projeto mudou a sua vida.

“Fiquei sabendo do Trilha na escola, por um colega meu, ex-trilheiro, que me informou sobre uma palestra que teria sobre o projeto, no fim do ano passado. Fui e gostei. Fiz minha pré-inscrição e fui selecionada. Antes eu só estudava à noite e cuidava da casa. Não estava bem na escola, no segundo ano do ensino médio. Ia mal porque tinha muita vergonha de conversar, de falar na apresentação de trabalhos. Daí, com o projeto, eu acabei melhorando isso. Eles trabalharam muita coisa com a gente. Pegaram coisas de cada um que poderiam ser melhoradas e quando você via, você já estava dominando. Trabalhos de postura, como a gente pode abordar uma pessoa para conversar e passar informações, o que falar e o que não falar. Na parte específica do conteúdo da capacitação, gostei muito de aprender o atendimento, de interagir com as pessoas. Senti uma grande mudança em casa e na escola antes e depois do projeto. Em casa posso compartilhar com minha mãe e com os primos e tia, que moram perto, o que aprendi. Minha mãe me deu muito apoio. Depois que o curso acabou, já fui encaminhada pra uma entrevista de emprego. Apesar de não ter conseguido, ele ligou e falou que gostou do meu conteúdo, do meu português. Eu fiquei feliz e acredito que realmente estou preparada pro mercado de trabalho. Minha perspectiva é arrumar um serviço nessa área e continuar estudando pra me aperfeiçoar em turismo. Eu me apaixonei, porque é muito bonito, e quero fazer e vou fazer! Até porque tem tudo a ver com uma cidade como Foz do Iguaçu.”